Anuário Estadual de Mudanças Climáticas 2026 – 2a edição

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Anuário Estadual de Mudanças Climáticas 2026 – 2a edição

 

O Anuário Estadual de Mudanças Climáticas 2026 não é apenas um relatório — é um convite a compreender, com clareza inédita, como o Brasil se organiza e responde à crise climática que vivemos. Em um momento em que eventos extremos deixam de ser exceção e passam a redesenhar territórios, economias e vidas, compreender como as diferentes unidades federativas estão respondendo à crise do clima tornou-se essencial.

O Anuário organiza aquilo que estava disperso, ilumina avanços que precisam ser reconhecidos e revela fragilidades que não podem mais ser ignoradas. Nas próximas páginas, o leitor encontrará dados e evidências estratégicas para decisões públicas mais inteligentes, coordenação federativa mais eficaz e uma transição climática que seja, ao mesmo tempo, ambiciosa, justa e economicamente sustentável. Este Anuário é, antes de tudo, uma ferramenta de inteligência pública. Ele transforma dados técnicos, instrumentos normativos e políticas estaduais em uma radiografia integrada da ação climática nas 27 unidades federativas. Ao reunir informações sobre planos, orçamento, governança, dados setoriais como emissões de mudança de uso da terra, agropecuária, energia, transportes, indústrias e resíduos, além de dados sobre riscos, desastres e ações de adaptação e resiliência em uma mesma plataforma analítica, o documento permite enxergar o Brasil climático como um sistema — e não como fragmentos isolados.

O Brasil entrou definitivamente na era da governança climática subnacional. A crise do clima deixou de ser uma agenda restrita às negociações internacionais ou aos compromissos federais e passou a moldar decisões concretas nos estados brasileiros — no planejamento orçamentário, na gestão territorial, na infraestrutura energética, na agropecuária e na proteção ambiental. O Anuário Estadual de Mudanças Climáticas 2026 nasce exatamente nesse ponto de inflexão: organizar, sistematizar e tornar comparável aquilo que até então estava disperso. O objetivo central é simples e estratégico: fortalecer a capacidade de decisão baseada em evidências. Governadores, secretários, técnicos, legisladores, financiadores, pesquisadores, profissionais da área de comunicação e sociedade civil passam a ter acesso a uma base organizada e padronizada que permite comparar, identificar lacunas, reconhecer boas práticas e acelerar soluções replicáveis.

A segunda edição amplia o escopo, a profundidade e a ambição do projeto. Se a primeira edição mapeou políticas e instrumentos, esta versão consolida dados setoriais detalhados, aprofunda metodologias, integra dimensões territoriais e amplia a análise de riscos climáticos e verifica os avanços obtidos. Energia, agropecuária, uso da terra, indústria, transportes, resíduos e saneamento passam a dialogar com indicadores institucionais e fiscais, revelando a real capacidade dos estados de implementar suas estratégias climáticas.

Confira!