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OYA
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2026 |
Agosto |
12 meses |
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LINA - Laboratório de Inteligência sobre Narrativas e Algoritmos | Instituto Oyá: Criar um laboratório de inteligência narrativa para analisar, testar e difundir estratégias de comunicação climática baseadas em evidências, focando no combate à desinformação impulsionada por IA e no engajamento de públicos resistentes. O projeto integra produção de conhecimento, mobilização estratégica e comunicação em larga escala para ampliar alcance e impacto.
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OPAN
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2026 |
Janeiro |
18 meses |
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Adaptação climática e sociobioeconomia junto a povos indígenas e comunidades tradicionais no Amazonas e Mato Grosso | Operação Amazônia Nativa: Apoiar ações de adaptação climática com povos indígenas e comunidades tradicionais no Amazonas e Mato Grosso, contribuir na criação de planos locais contra eventos climáticos extremos, no fortalecimento do Coletivo do Pirarucu para comercialização sustentável, e na promoção de políticas públicas inclusivas.
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EMARANHADAS
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2026 |
Janeiro |
18 meses |
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Emaranhadas e ação em rede: soluções comunitárias e incidência de mulheres pela resiliência climática | Rede Emaranhadas: Para criar ações de base comunitária voltadas à proteção dos territórios, à adaptação climática e à sustentabilidade econômica de iniciativas lideradas por mulheres, este projeto visa o fortalecimento institucional, formações e capacity-building, assim como estratégias de comunicação para impulsionar práticas e intercâmbios comunitários como soluções reais de enfrentamento às mudanças climáticas.
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CPI-Acre
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2026 |
Fevereiro |
12 meses |
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Adaptação às Mudanças Climáticas em Territórios Indígenas no Acre | Comissão Pró-Indígenas do Acre: Apoiar as associações e lideranças indígenas em TIs no Acre para incidir em políticas de clima, fortalecer e implementar medidas de adaptação para que as comunidades estejam preparadas para evitar e reduzir impactos causados pelas mudanças do clima. O projeto irá apoiar ações de incidência política, a elaboração de um plano de adaptação e o fortalecimento da comunicação indígena.
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APA-TO
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2026 |
Março |
12 meses |
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Planos Comunitários de Adaptação Climática com Quilombolas no Tocantins | Alternativas para a Pequena Agricultura no Tocantins: O projeto promoverá um processo de formação de lideranças quilombolas do estado do Tocantins para construção de um plano de adaptação climática. Irá realizar oficinas formativas, mapear a percepção sobre as mudanças climáticas e as estratégias adotadas pelas comunidades para adaptação, promovendo trocas, fortalecendo e disseminando as práticas comunitárias.
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CÚPULA DOS POVOS
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2026 |
Março |
6 meses |
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Cúpula dos Povos da COP30 | Cúpula dos Povos: Fortalecer a participação ampliada e diversa de movimentos sociais, povos e comunidades tradicionais, populações urbanas amazônicas e organizações do Sul Global na Cúpula dos Povos da COP30, garantindo condições de logística e comunicação popula, com destaque para a realização da marcha global pelo clima, para que se consolide como a maior mobilização climática da história das COPs.
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LAB CIDADE
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2026 |
Abril |
8 meses |
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Belém+10: Uma Agenda de Adaptação Climática para o Sul Global | Laboratório da Cidade: O projeto visa impulsionar uma agenda que integra fortalecimento técnico, incidência política multinível e articulação regional para consolidar uma plataforma estruturante de inteligência coletiva referência em adaptação climática desde a Amazônia, ampliando capacidades locais, produção de evidências e liderança territorial.
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IYALETA
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2026 |
Abril |
6 meses |
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ADAPTAÇÃO CLIMÁTICA: UMA INTERSECÇÃO BRASIL 2030 - Ciência e Inovação para redução das desigualdades e melhoria da adaptação climática global (Fase 03) | Iyaleta – Pesquisa, Ciência e Humanidades: Para ampliar a incidência científica junto aos “Indicadores de Adaptação de Belém” e fomentar estratégias de implementação que desenvolva territórios urbanos desiguais especialmente no Nordeste e Norte do Brasil, o projeto promoverá um ciclo de fortalecimento de governança e de capacidades técnicas institucionais, por meio da comunicação e disseminação científica em adaptação climática.
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CLARICE
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2026 |
Abril |
12 meses |
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Construindo novas narrativas sobre o clima | Instituto Clarice: Tornar a agenda climática parte do cotidiano ao inserir clima e gênero no centro do entretenimento. O projeto mapeia histórias reais de mulheres, analisa sua arquitetura emocional e as traduz em perfis e princípios narrativos. A partir de pesquisa, imersão com especialistas e testagem piloto, desenvolve e valida metodologia replicável para o ecossistema climático e criativo.
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CIR
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2026 |
Julho |
12 meses |
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Fortalecimento do protagonismo indígena no enfrentamento às mudanças climáticas | Conselho Indígena de Roraima: O projeto irá apoiar os povos indígenas de Roraima e suas lideranças para responderem às mudanças climáticas, por meio da construção de ferramentas de percepção, estudos casos e planos de enfrentamento a mudança do clima, e ampliar a participação de lideranças em espaços de incidência política em nível regional, nacional e internacional, nos espaços de incidência e governança climática em 2026.
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CTI
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2026 |
Julho |
12 meses |
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Enfrentando as mudanças climáticas nas Terras Indígenas do Cerrado | Centro de Trabalho Indigenista: Enfrentar o desmatamento, por meio da criação de um mosaico de terras indígenas, o Mosaico do Mirador, no entorno do Parque Estadual do Mirador, no Maranhão. O projeto irá realizar diagnóstico sobre a realidade socioambiental e cultural das populações, fortalecer a compreensão e difusão da proposta de criação e incidir junto com órgãos ambientais e indigenistas para o seu reconhecimento formal.
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NOSSAS
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2025 |
Setembro |
12 meses |
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Defesa Climática Popular - rede comunitária de enfrentamento a desastres climáticos | Nossas Cidades: Fortalecer a resiliência de populações vulneráveis à crise climática, criando comunidades preparadas para enfrentar eventos climáticos extremos. O projeto busca promover justiça climática e social por meio de mobilização local e digital, formação de agentes comunitários, parcerias com organizações e desenvolvimento de tecnologias cívicas para ações preventivas, com potencial expansão nacional.
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CONSERVATION INTL
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2025 |
Julho |
12 meses |
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Atuando em parceria com povos indígenas e o MPI para fortalecer estratégias de adaptação e enfrentamento às mudanças climáticas em terras indígenas no Brasil | Conservation International: Fortalecer a justiça climática e estratégias de adaptação em territórios indígenas, em parceria com o Ministério de Povo Indigenas (MPI) e o Comitê Indígena de Mudanças Climáticas (CIMC), por meio de oficinas de formação na região Nordeste e Sul e da produção de material técnico com experiências indígenas, a ser usado como ferramenta de incidência na COP30.
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IIEB
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2025 |
Setembro |
10 meses |
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Participação Indígena na Agenda de Adaptação às Mudanças Climáticas | Inst. Internacional de Educação do Brasil: Fortalecer o protagonismo de povos indígenas do sul do Amazonas frente às mudanças climáticas a partir de duas frentes: (i) elaboração participativa de um Plano Regional de Adaptação Climática; e (ii) definição de marcadores indígenas de impacto climático para criar sistemas intercientíficos de monitoramento e fortalecer a resiliência territorial.
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WTT
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2025 |
Setembro |
12 meses |
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Fortalecendo a coprodução de inovação na agenda climática | World-Transforming Technologies: Promover a coprodução de inovação para enfrentar a crise climática, unindo ciência, políticas públicas e saberes tradicionais. Atua na capacitação de comunidades e negociadores climáticos, e na inclusão dessas populações na governança de ciência e tecnologia, com foco na Amazônia e na COP30.
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ENOIS
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2025 |
Setembro |
15 meses |
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Clima e alimentação: Prato Firmeza e Arte é Informação | Assoc. da Escola de Jornalismo: Para impulsar a agenda de alimentação e clima a partir das periferias brasileiras, o projeto visa fortalecer a alimentação saudável, conectar e mapear produtores locais, restaurantes e empreendedores periféricos, políticas e novos mercados; e criar um programa de formação com foco em educação, comunicação e arte para disseminar iniciativas e conectar ações periféricas à clima e alimentação.
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SUMAUMA
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2025 |
Setembro |
8 meses |
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Programa de Coformação de Jornalistas-Floresta e Fortalecimento de Comunidade de Agentes de Transformação | Assoc. Sumaúma Org. de Comunicação e Proj. Sociais: O projeto atua em duas frentes complementares: ampliar o impacto da pauta socioambiental e garantir a sustentabilidade financeira da Sumaúma por meio do engajamento dos leitores liderado por um gestor de comunidades; fortalecer a segunda edição do Programa Micélio, capacitando 11 jovens amazônidas em jornalismo socioambiental, com foco na cobertura da COP30 e na valorização das vozes da floresta.
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SELVAGEM CICLO
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2025 |
Setembro |
6 meses |
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Apoio ao movimento indígena “Escolas Vivas” e suas articulações | Associação Selvagem: O projeto fortalece o movimento Escolas Vivas, apoiando a Escola Viva Guarani e articulando cinco centros indígenas na Mata Atlântica e Amazônia. Atua na valorização cultural, educação, reflorestamento e comunicação, promovendo autonomia e resistência frente aos desafios socioambientais.
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LAMPARINA
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2025 |
Setembro |
8 meses |
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Aliança dos Povos pelo Clima | Instituto Lamparina: Engajar e fortalecer jovens e mulheres de povos indígenas e comunidades tradicionais da Amazônia rumo à COP30, promovendo formações locais, mobilização política e ações coordenadas. A iniciativa articula lideranças amazônicas na construção de uma campanha global sobre justiça climática, com foco em temas como financiamento climático e mercado de carbono.
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ETINERANCIAS - MG
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2025 |
Setembro |
12 meses |
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Redes de Cuidado e Táticas de Mobilização: territorializando metodologias de engajamento na Amazônia no contexto da COP-30 | Etinerâncias Assessoria Popular em Redes de Cuidados e Direitos Humanos: Para apoiar a frente de mobilização, cuidado e formação rumo à COP-30, o projeto visa ativar estratégias metodológicas territorializando táticas que contribuam para uma incidência mais catalítica do ecossistema de sociedade civil em Belém em novembro. O projeto visa fortalecer principalmente o diálogo entre lideranças mulheres e suas redes, para uma frente colaborativa de ações e acolhimento.
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FORMAD
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2025 |
Agosto |
12 meses |
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Núcleo Clima em Rede | Fórum Popular Socioambiental de Mato Grosso: Engajar juventudes de Povos e Comunidades Tradicionais na agenda climática em Mato Grosso e promover formação em comunicação popular e protagonismo no enfrentamento da crise climática, fortalecendo conexões entre territórios, organizações filiadas e parceiros.
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INTERVOZES
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2025 |
Agosto |
12 meses |
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Vozes Amplificadas na COP30 | Intervozes: Para impulsionar espaços de notícias com produção de conteúdo, narrativas e evidências da agenda climática, pautando a mídia tradicional e mídias digitais no ano da COP-30, o projeto visa fortalecer comunicadores populares e iniciativas de educação climática, por meio de intercâmbios e convenings entre lideranças, profissionais e redes de comunicação.
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FPJ
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2025 |
Agosto |
9 meses |
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Programa Fortalecendo Conexões & Ampliando Horizontes Rumo a COP30 | Fórum Paraense de Juventudes: Para fortalecer organizações juvenis como agentes qualificados e influentes na construção sobre políticas climáticas em multinível, o projeto visa apoiar capacitação técnica e política, articulação em rede, elaboração participativa de agendas de demandas regionais e planos de incidência, culminando na inserção estratégica dessas juventudes em espaços decisórios e de diálogo, como a COP30.
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NA CUIA
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2025 |
Agosto |
12 meses |
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Programa de formação do comitê de comunicadores populares das periferias de Belém - A importância da participação popular para construção de rotas de oportunidades | Associação Cultural Kuyera: Para mobilizar, fortalecer a participação e conectar juventudes de comunicação das periferias de Belém para a COP-30, o projeto busca realizar um programa de formação para Comunicadores Populares com diálogos sobre mudanças climáticas e transformação social. O programa também atuará no fortalecimento institucional de coletivos locais e suas lideranças.
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OBS MARAJO
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2025 |
Agosto |
6 meses |
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Apoio institucional emergencial ao Observatório do Marajó | Observatório do Marajó: O projeto fortalecerá lideranças de comunidades tradicionais e suas respectivas agendas de direitos humanos e clima, para qualificar as políticas locais e sua inserção no circuito da COP-30. Isso será feito através de formações e a construção de redes de colaboração entre territórios, lideranças e organizações; e da criação e execução de estratégias de mobilização cidadã e incidência política.
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